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Palhinha
Ontem à noite começou minha última participação no romance MOÇA COM CHAPÉU DE PALHA, isto é, o corpo a corpo com o preparador de texto.Avançamos 31 páginas sem contusões mais graves. Vai aí uma palhinha, fragmento do capítulo 7: Neste momento, não entro no ângulo de visão de minha namorada, portanto não existo. Para Angélica, concentrada em sua paisagem, não existo. Ela escolheu uma fatia da natureza, uma série de cores que sugerem algumas formas, e nada, além disso, tem existência para ela agora. Parece absorta, mas está concentrada. Mais bela do que nunca, no centro de uma tela de Monet. A esta distância não vejo seus traços com nitidez e incumbo minha imaginação de recriá-la, e minha imaginação a recria perfeita. Quando foi que passei por esta mesma sensação de que a perdera, que nesses momentos uma espécie de transe a roubava de mim? Não vislumbro a cena, mas o sentimento eu já conheço. Sua concentração expulsa-me de sua paisagem. Quando foi que sofri tal sensação pela primeira vez? Em setembro, meus caros, em setembro vai para as livrarias. Então não será mais meu.
Escrito por Menalton às 08h19
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Crônicas
Olhaí, o Adauto Conheci o Adauto nem me lembro quando, mas sei que faz alguns anos. Ele foi meu aluno no terceiro ano do colegial. Ainda não tínhamos resolvido os problemas da educação mudando os nomes. Era, naquele tempo, primário, ginásio e colégio. Hoje já nem sei mais como chamam isso tudo. Quer dizer, até que sei, mas os nomes de agora são tão água morna com sal que prefiro esquecer. Então conheci o Adauto numa sala de aula. Ele não era muito diferente dos seus colegas a não ser pelo fato de que usava piercing na asa da narina esquerda, tinha uma tatuagem colorida naquele músculo que desce do ombro para braço, meu deus, no ginásio eu sabia o nome de todos esses músculos! E os ossos, não me escapava um só, com o nome e a posição. Pois é, mas era assim o Adauto. Um jovem handsome. O inglês tem dessas coisas: mulher pode ser pretty, mas homem não. Nós por aqui costumávamos usar, quando se tratava de alguém do sexo masculino, uma locução perifrástica: um jovem bem apessoado. O Adauto era alegre e extrovertido, namorador, muito bem humorado. Comecei a notar o Adauto porque toda aula ele pedia para contar a última. E ríamos de suas piadas, que geralmente eram engraçadas. Em seguida, depois de tê-lo notado por causa das graças que ele fazia, descobri que o Adauto era um quadrúpede. Simpático, mas quadrúpede. Pra somar dois mais dois, contava nos dedos. Ah, sim, e quando começaram as provas, que ele tinha de assinar, percebi que às vezes ele escrevia Adauto, mas quase sempre grafava o próprio nome como Adalto. Um dia, curioso, quis saber a razão. Sabe, psor (era assim que ele me chamava) certeza, certeza mesmo do nome certo eu não tenho. Então tanto faz. Aqui no Brasil vivemos tropicaliamente a síndrome do tanto faz. Que deus nos proteja. Alguns tempos depois, soube que o Adauto, ou Adalto, já que tanto faz, estava envolvido em negócios madeireiros na região amazônica. Me garantiram que tinha enriquecido e se tornara um grande empresário. Não duvido. O mundo é assim mesmo. Não que eu tenha feito opção consciente pela pobreza, mas não quis investir minha vida em acumular fortuna. Há quem o faça. Pois bem, qual vocês acham que tenha sido o destino do Adauto? Ou tanto faz. Mordido por uma cascavel? Esmagado por uma sucuri? Assassinado com um tiro na testa ou com uma flecha no peito? Suposições erradas, todas elas. Ontem abri o jornal, coisa que não faço com muita frequência, porque os fatos pouco me interessam e as reflexões morrem de pura obviedade, e o que leio lá? O Adauto, ou Adalto, tanto faz, membro de uma Comissão de nossa Câmara Federal. E para dizer toda a verdade, não sou profeta, mas alguma coisa já me dizia, nos tempos em que ele fora meu aluno, que ele acabava assim mesmo. A continuar deste jeito, ainda chega a Presidente.
Categoria: Meus textos
Escrito por Menalton às 10h51
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Ai, que preguiça!
Finalmente um sábado pra vagabundear! Ontem de manhã, uma palestra sobre a importância da leitura pra mais de 300 professores no fórum sobre educação em Cajuru. À tarde voltei ao segundo capítulo de um romance ainda sem título. Consegui chegar aonde eu queria. Hoje não estou com vontade de começar o terceiro, porque a verdade é que estou precisando muito de alguma vagabundagem. Talvez continue a leitura do livro de contos do Cadão Volpato, não sei. Talvez mexa nas plantas do jardim, tão abandonadas ultimamente. Talvez vá passear, ver vitrine no shopping. Sei lá, começo um dia cheio de talvezes, e esta disponibilidade de mim mesmo é muito boa pra relaxar. Ontem à noite recebi um e-mail da Poiésis, assinado pela Cristina Nolli, me convidando para a IV edição do Corredor Literário na Paulista, e é claro que aceitei. O evento só vai acontecer de 26 de outubro a 1º de novembro de 2009, e até lá já devo estar cansado de descansar.
Escrito por Menalton às 09h14
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Palestra

Promovida pelo NAME, material didático do COC destinado a redes de ensino municipais, tenho hoje uma palestra em Cajuru sobre a Importância da Leitura. Devo encontrar alguém da família Beleboni, de cuja amizade me orgulho, pois é uma família de educadoras. É isso, meu povo, a LEITURA continua na pauta. 
Escrito por Menalton às 05h40
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III Festival Internacional de Poesia

Só a morte interrompe a sequência de surpresas por que passamos diariamente. Nesse último sábado, estive na pequeninina Dois Córregos e meu coração entrou aos pulos na cidade. Existe lá um homem, José Eduardo, dono de usina, que adora sua cidade e é fissurado em poesia. Pois bem, com o poder econômico-político de que dispõe, está transformando a cidade num poema. E não é metáfora. Tudo está cercado de poesia, de paz e amizade. Existe muito mais cartaz falando delas do que promovendo este ou aquele estabelecimento comercial. O evento de que participei, Usina de Sonhos, teve salão lotado, pronunciamentos valiosos, de gente importante no mundo da literatura. Uma professora da Universidade de Coimbra (só me lembro de Maria de Fátima - nome que não deve ser raro em Portugal - esqueci o sobrenome), um embaixador, o Affonso Romano Sant´Anna (com uma bela palestra) e muito mais. Isso nas poucas horas de que dispunha para participar do evento. Voltei leve, certo de que não estou sozinho nem sou a paixão remanescente por literatura sobre esta canoa quase furada que se chama planeta Terra.
Escrito por Menalton às 09h33
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Por este mundo
Minha participação na Feira do Livro de Ribeirão Preto já se encerrou. Participei de um Salão de Ideias com o Isaías Pessoti e atuei como mediador do Salão do Cristovão Tezza. E já tá bom. Amanhã devo intervir num encontro em Dois Córregos, o Festival Internacional de Poesia. Já ando com saudade do romance que comecei faz algum tempo.
Escrito por Menalton às 18h21
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Assim caminha a humanidade
19/06/2009 - 08h43 A crise sem retorno Acaba de ser lançado A crise estrutural do capital de István Mészáros, um dos principais intelectuais marxistas contemporâneos, nascido na Hungria e discípulo de Georg Lukács, vivendo atualmente em Londres. É uma coletânea de artigos que trata das origens e profundidade da crise econômica mundial, fazendo uma crítica devastadora das engrenagens que caracterizam o sistema metabólico do capital. Para além da fenomenologia da crise atual, vários autores críticos procuraram descortinar os fundamentos estruturais e sistêmicos do derretimento e liquefação do sistema de capital. Robert Kurz, por exemplo, vem alertando desde 1990 que a crise que levou à falência os países do “socialismo real”, com a URSS à frente do Segundo Mundo, a mesma que, dez anos antes, devastara o Terceiro Mundo, era expressão de uma crise do modo de produção de mercadorias que depois migraria em direção ao coração do sistema capitalista. François Chesnais apontou as complexas conexões existentes entre produção, financeirização e mundialização do capital, pois parte da riqueza advinda da “economia real” é canalizada para a esfera financeira e infla o capital fictício. Mas desde os anos 1960 é Mészáros que vem sistematicamente assinalando a crise que já começava a assolar o sistema global do capital. Para ele, as rebeliões de 1968 – ocorridas no coração dos países centrais –, bem como a queda da taxa de lucro e o início da monumental reestruturação produtiva do capital datado de 1973 já eram expressões da mudança substantiva que se desenhava tanto no sistema capitalista quanto no próprio sistema global do capital. E mais, demonstrava a falência dos dois sistemas estatais de controle e regulação do capital vigentes no século XX: o keynesiano, que vigorou nas sociedades européias marcadas pelo welfare state, e o do tipo soviético. Em ambos os casos, o ente político regulador fora desregulado, ao final do longo período, pelo próprio sistema sóciometabólico do capital. A análise de Mészáros o leva a constatar que o sistema de capital por não ter limites da sua expansão, acaba por constituir-se num processo incontrolável e profundamente destrutivo. Conformados pelo que se denomina “mediações de segundo grau” – quando tudo passa a ser controlado pela lógica de valorização do capital, sem que se leve em conta os imperativos humano-sociais vitais – a produção e o consumo supérfluos acabam gerando a corrosão do trabalho, com sua conseqüente precarização e o desemprego estrutural, além de impulsionar a destruição da natureza em escala global jamais vista anteriormente. Ao contrário dos ciclos que conformaram o capitalismo ao longo da história, alternando períodos de expansão e crise, encontramo-nos, desde a década de 70, no que o autor denomina depressed continuum com aspectos de uma crise estrutural. Os mecanismos de “administração de crises” seriam cada vez mais recorrentes e cada vez mais insuficientes, uma vez que a disjunção radical entre produção para as necessidades sociais e auto-reprodução do capital se tornava a tônica do capitalismo contemporâneo, gerando conseqüências devastadoras para a humanidade. O que será da humanidade quando menos de 5% da população mundial – os norte-americanos – consomem 25% do total dos recursos energéticos disponível, SE os 95% restantes viessem a adotar o mesmo padrão de consumo? Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. A questão não é mais ideológica, e sim vital. *A escritora paulistana Márcia Denser publicou, entre outros, Tango Fantasma (1977), O Animal dos Motéis (1981), Exercícios para o pecado (1984), Diana caçadora (1986), Toda Prosa (2002) e Caim (2006). Participou de várias antologias importantes no Brasil e no exterior. Organizou três delas - uma das quais, Contos eróticos femininos , editada na Alemanha. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é pesquisadora de literatura brasileira contemporânea, jornalista e publicitária.
Categoria: Textos de amigos
Escrito por Menalton às 16h55
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Assim não dá
O primeiro parágrafo, aí de baixo, não me agradou. No segundo período encontrei 3 particípios e 4 preposições "de". O segundo período estava horrível. Tentei então modificá-lo, evitando os ecos e os tropeços. Por enquanto ficou assim: "A chuva não era uma surpresa, pois vinha sendo anunciada pela tarde de nuvens grossas e escuras, um vento frio arrepiando os braços da cidade. A voz da televisão, amortecida pelas janelas fechadas, chegava inútil ao passeio cintilante e crespo, onde lâmpadas penduradas de postes magros e úmidos se refletiam e multiplicavam. Quando as folhas da seringueira perderam a competência de reter a chuva no alto, acima de suas cabeças, as duas sombras correram vinte metros por baixo das nuvens para o coreto e enxugaram o rosto e os braços com mãos ofegantes."
Escrito por Menalton às 10h10
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Mais romance
Comecei hoje o segundo capítulo de um novo romance. É romance mais de atmosfera, mas não consegui evitar alguma ação. É uma história de intolerância e falso moralismo em cidadezinha perdida no tempo. E no espaço. Ainda não tem título. Eis o primeiro parágrafo do primeiro capítulo: "A chuva não era uma surpresa, pois vinha sendo anunciada pela tarde de nuvens grossas e escuras, um vento frio arrepiando os braços da cidade. A voz abafada da televisão fugia pelas janelas fechadas e chegava inútil até a calçada cintilante e crespa de reflexos das lâmpadas penduradas de postes magros e úmidos. Quando as folhas da seringueira perderam a competência de reter a chuva no alto, acima de suas cabeças, as duas sombras correram vinte metros por baixo das nuvens para o coreto, onde enxugaram o rosto com mãos ofegantes."
Escrito por Menalton às 21h05
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Aquarelas
Iluminura 8
Sozinha no descampado, a imensa mangueira resiste ao vento, que açoita, e ao tempo, que passa, com certo ar filosófico. Enquanto isso, a brisa, que apenas acaricia, move-lhe algumas folhas lentas, tão lentas que já nem sabem quanto viveram.
Categoria: Meus textos
Escrito por Menalton às 07h51
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O Poder das Palavras
No próximo dia 9/6, às 19h30 estarei proferindo palestra sob o título acima na Av. 9 de julho, Ribeirão Preto, no antigo prédio da Faculdade de Medicina da USP. Se você estiver por perto, é só entrar. A palestra faz parte dos festejos em comemoração ao aniversário da cidade.
Escrito por Menalton às 16h16
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crônicas
DesencantoBy José SaramagoTodos os dias desaparecem espécies animais e vegetais, idiomas, ofícios. Os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Cada dia há uma minoria que sabe mais e uma minoria que sabe menos. A ignorância expande-se de forma aterradora. Temos um gravíssimo problema na redistribuição da riqueza. A exploração chegou a requintes diabólicos. As multinacionais dominam o mundo. Não sei se são as sombras ou as imagens que nos ocultam a realidade. Podemos discutir sobre o tema infinitamente, o certo é que perdemos capacidade crítica para analisar o que se passa no mundo. Daí que pareça que estamos encerrados na caverna de Platão. Abandonamos a nossa responsabilidade de pensar, de actuar. Convertemo-nos em seres inertes sem a capacidade de indignação, de inconformismo e de protesto que nos caracterizou durante muitos anos. Estamos a chegar ao fim de uma civilização e não gosto da que se anuncia. O neo-liberalismo, em minha opinião, é um novo totalitarismo disfarçado de democracia, da qual não mantém mais que as aparências. O centro comercial é o símbolo desse novo mundo. Mas há outro pequeno mundo que desaparece, o das pequenas indústrias e do artesanato. Está claro que tudo tem de morrer, mas há gente que, enquanto vive, tem a construir a sua própria felicidade, e esses são eliminados. Perdem a batalha pela sobrevivência, não suportaram viver segundo as regras do sistema. Vão-se como vencidos, mas com a dignidade intacta, simplesmente dizendo que se retiram porque não querem este mundo. This entry was posted on Maio 29, 2009 at 12:01 am and is filed under O Caderno de Saramago. Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed de RSS 2.0. Tanto os comentários como os pings estão actualmente fechados.
Categoria: Textos de amigos
Escrito por Menalton às 16h12
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Serão Literário
De volta do Festival da Mantiqueira, é hora de pensar no futuro. No mês de maio inauguramos, no Templo da Cidadania, um evento (Serão Literário) que deverá acontecer uma vez por mês. Um escritor de literatura é convidado a ler textos curtos ou fragmentos escolhidos adredemente. O autor é apresentado ao público, fala cinco minutos de si e de sua obra, iniciando a seguir a leitura. Nos minutos finais o púbhlico tem o direito de comentar, questionar, interagir com o autor. No mês de maio, o autor convidado foi o Caio Porfírio carneiro, escritor que, como ele declarou, já apresentou mais de 500 livros com prefácios e orelhas. Secretário executivo da União Brasileira dos Escritores há cinqüenta anos, o Caio é figura conhecida e estimada no meio literário. O evento foi um sucesso. No próximo dia 24/06, o escritor convidado será o Marçal Aquino. Escritor e roteirista famoso, deverá atrair grande público. Na tarde do mesmo dia, ele estará na IX Feira do Livro de RPreto.
Escrito por Menalton às 13h17
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Festival da Mantiqueira
Já falei aqui, tempos atrás, sobre o Festival da Mantiqueira. Amanhã, 29/05, inicia-se a segunda edição do evento. A primeira, no ano passado, segundo entrevista do Milton Hatoum, foi muito boa. Um festival em que se vive literatura entre montanhas. A pequenina São Francisco Xavier, até domingo, hospeda escritores e amantes da literatura. Por ser uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, não tem finalidades comerciais, não se prende a quantidade, não está interessada em multidão. O sub-título do evento, "Diálogos com a Literatura", diz bem de seus objetivos. Mesmo assim, nesta segunda edição será permitida a comercialização dos livros dos autores convidados. No dia 30/05, à noite, será divulgada a lista dos dez finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura, melhor livro do ano" e dos dez finalistas dos autores estreantes. Segunda estarei de volta.
Escrito por Menalton às 08h56
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Pedregulho
Hoje, às 17h, estarei falando sobre a importância da leitura para professores da rede municipal de Pedregulho.
Escrito por Menalton às 09h06
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